out 21 2016

Começa a funcionar a Ouvidoria no Credeq

Começou a funcionar no Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, Aparecida de Goiânia (CREDEQ – Prof. Jamil Issy), a Ouvidoria, que será um canal de comunicação e mediação entre a instituição e os seus pacientes. Por esse espaço, o interno poderá manifestar suas críticas, obter informações, expor sugestões e apresentar denúncias e elogios quanto aos serviços prestados pelo CREDEQ – Prof. Jamil Issy.

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O objetivo da Ouvidoria é o de solucionar o problema sem que haja danos para ambas as partes, além o de melhorar a qualidade do atendimento, identificando gargalos e propondo ações corretivas que possam qualificar, ainda mais, o atendimento de excelência. As características do novo serviço, assim como o seu funcionamento foram detalhadas em reunião, na qual estiveram presentes superintendente Salete Maria Reis, diretores e assessores da diretoria.

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De acordo com o ouvidor do CREDEQ – Prof. Jamil Issy, André Marcondes, inicialmente se fará a identificação de necessidades, com o propósito de melhorar o direcionamento das ações corretivas, avaliando o grau de satisfação do público alvo, além de racionalizar e gerenciar os recursos públicos. Marcondes esclarece que o serviço é ferramenta essencial para se construir e consolidar credibilidade e se fortalecer a imagem da instituição junto à população.

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Neste primeiro instante, os canais de comunicação com a Ouvidoria serão por meio de email (ouvidoria@credeq-go.org.br) e mensagens colocadas em uma das 11 caixas de sugestões instaladas em pontos estratégicos no CREDEQ – Prof. Jamil Issy. André Marcondes adianta que até o final do ano, a Ouvidoria do CREDEQ passará a integrar a Ouvidoria SUS, que responde pelo sistema de saúde nacional. Por enquanto, o serviço mapeará demandas apenas da instituição, mensurando o nível de satisfação, mediando possíveis conflitos e consolidando o protocolo de excelência dos serviços.

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out 19 2016

Credeq realiza campanha sobre respeito no trânsito

O departamento de Recursos Humanos do Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, em Aparecida de Goiânia (CREDEQ – Prof. Jamil Issy), realiza uma campanha entre os seus colaboradores, com o intuito de conscientizá-los sobre a necessidade de se respeitar as leis de trânsito. Serão realizadas palestras setorizadas até o final de outubro, com apresentação de estatísticas e casos.

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A iniciativa, de acordo com a psicóloga organizacional Léia Sandin, visa prevenir acidentes e informar as boas práticas a serem multiplicadas no trânsito. Nos quatro meses de funcionamento do CREDEQ – Prof. Jamil Issy três colaboradores tiveram problemas para controlar os seus veículos em um trecho da Avenida Copacabana, que dá acesso à instituição. O espaço viário em questão é uma acentuada curva.

Sandin esclarece que a palavra acidente dá uma ideia de algo que é inevitável, mas boa parte dos acidentes de trânsito são consequências de excesso de velocidade, desrespeito às leis de trânsito e da ingestão de bebidas alcoólicas. Ou seja, poderiam ter sido evitados. Para ela, na fatalidade não se pode fazer nada. Por outro lado, as pessoas sempre têm domínio sobre suas escolhas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2009, quase 1,3 milhão de pessoas ao redor do mundo morreram em consequência de acidentes de trânsito. Além destas mortes, estima-se que entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas no mundo saem feridas ou incapacitadas em decorrência de acidentes de trânsito, a cada ano.

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No Brasil, o Ministério da Saúde estima que, nos últimos 20 anos, 12 milhões de pessoas morreram em acidentes de trânsito e 250 milhões sofreram os mais variados tipos de ferimentos e, que em 2010, foram gastos, aproximadamente, R$ 190 milhões em recursos do SUS para atender pessoas vítimas de acidentes no trânsito. Ainda, de acordo com o MS, o SUS registrou em 2010, 145 mil internações pelo mesmo motivo. Cerca de 35% dos leitos hospitalares nos prontos-socorros do país e quase 40% dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito.

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out 17 2016

Credeq implanta Projeto das Hortas com apoio da Emater

O projeto é uma atividade terapêutica e, ainda, capacita profissionalmente os pacientes, o que os auxilia no processo de reinserção social e no mercado de trabalho

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O cuidado diário de uma horta é incorporado ao projeto terapêutico do Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, em Aparecida de Goiânia (CREDEQ – Prof. Jamil Issy), com o propósito de auxiliar no processo de reabilitação dos pacientes. A iniciativa, que é desenvolvida pelo setor de terapia ocupacional, recebe o apoio técnico do escritório local da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater Aparecida de Goiânia).

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Inicialmente, estão sendo criadas duas hortas, com 12 canteiros de aproximadamente quatro metros cada. As hortas são cultivadas em função de cada Unidade Terapêutica Residencial (UTR). A princípio serão cultivadas hortaliças, tubérculos e plantas medicinais. Entretanto, a parceria com a Emater prevê a viabilização de outros projetos, como o do Pomar, a da Lavoura Urbana e o do Quintal Legal.

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A Emater está disponibilizando suporte profissional, o qual auxilia e orienta a implantação do projeto, e cursos profissionalizantes, nos quais os pacientes aprendem técnicas de horticultura, as quais poderão auxiliá-los no processo de reinserção social e no mercado de trabalho.

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O Projeto Horta, também, é uma atividade terapêutica, supervisionada pelo setor de terapia ocupacional de cada UTR. A participação nessa terapia é opcional, pois se é respeitada a restrição de cada paciente, fazendo com que o projeto terapêutico singular do paciente esteja em constante adaptação.

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out 11 2016

Credeq entrega brinquedos para a criançada

Os presentes foram dados aos filhos dos pacientes e crianças de comunidades carentes de Aparecida de Goiânia

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Considerando por referência o Dia das Crianças, o Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, em Aparecida de Goiânia (Credeq – Prof. Jamil Issy), distribuiu presentes, tanto aos filhos de pacientes da instituição, quanto a crianças de comunidades carentes de Aparecida de Goiânia, com o apoio do Conselho Tutelar.

A primeira entrega foi efetuada no sábado, dia 8 de outubro, entre 9 e 11 horas, durante a visita familiar aos pacientes em tratamento na unidade da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES). Participaram da comemoração alusiva ao Dia das Crianças familiares dos pacientes (34 adultos), 25 crianças e 24 pacientes, além da direção do Credeq – Prof. Jamil Issy, equipe multiprofissional (musicoterapeuta, assistência social, supervisão do RH e pscicologa organizacional) e colaboradores da área administrativa.

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Durante a festa, os filhos dos internos receberam presentes e foram animados pelo grupo “Trupe da Alegria”, que realizou diversas brincadeiras com as crianças. Além dos presentes, a meninada pode brincar na cama elástica, participar de brincadeiras, além de se deliciar com os produtos dos carrinhos de Pipoca e de Algodão Doce. Os adultos receberam brindes.

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A segunda entrega aconteceu na manhã desta terça-feira, dia 11 de outubro, véspera do Dia das Crianças. Com o apoio da conselheira Deidiane Rodrigues Pereira, o Credeq realizou diversas entregas de presentes a crianças de comunidades carentes na Regiões Oeste de Aparecida de Goiânia.

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out 11 2016

Credeq tem equipe de brigadistas contra incêndio

A equipe é composta por 14 funcionários, que foram capacitados pelo Corpo de Bombeiros

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O Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, em Aparecida de Goiânia (Credeq – Prof. Jamil Issy), contará com uma equipe de brigadistas de emergência e incêndio, integrada por 14 pessoas do seu corpo funcional.

A organização e capacitação dessa unidade atende a Norma Regulamentadora 23, do Ministério do Trabalho, e a Norma Técnica 17, do Corpo de Bombeiros de Goiás.

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A equipe estará pronta para agir em situações de emergência em que seja necessário a intervenção básica até a chegada de socorro especializado.

A preparação técnica dos brigadistas do Credeq – Prof. Jamil Issy se encerra no final da tarde de hoje, terça-feira (11), às 17 horas.

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O curso de Formação de Brigadistas de Emergência teve carga horária de oito horas, com início na segunda-feira (10), sempre entre 13 e 17 horas.

O curso é ministrado pelo major do Corpo de Bombeiros Washington Vaz.

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out 06 2016

Credeq atualiza dados no Cnes

A Gerência de Auditoria, Processamento da Informação da Secretaria de Estado da Saúde (Gapi/SES) realiza na manhã de hoje, quinta-feira, 6 de outubro, uma visita técnica ao Centro de Referência e Excelência em Dependência Química de Aparecida de Goiânia (Credeq – Prof. Jamil Issy), com o propósito de atualizar o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

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A presença da Gapi, que é uma unidade da Superintendência de Controle, Avaliação e Gerenciamento das Unidades de Saúde da SES (Scages/SES), está agendada para as 9 horas. A equipe, que será recepcionada pelo diretor geral da unidade Cleison Rodrigues, pelo diretor técnico Tiago Oliveira e pela assessora de planejamento Daianny Batista (esq. da foto), irá trabalhar na sala de reunião do Credeq – Prof. Jamil Issy.

O CNES é base de dados dos estabelecimentos de saúde no território brasileiro que oportuniza a operacionalização dos Sistemas de Informações em Saúde, sendo estes imprescindíveis a um gerenciamento eficaz e eficiente. Propicia ao gestor o conhecimento da realidade da rede assistencial existente e suas potencialidades, visando auxiliar no planejamento em saúde, em todos os níveis de governo, bem como dar maior visibilidade ao controle social a ser exercido pela população. O CNES, visa disponibilizar informações das atuais condições de infraestrutura do funcionamento dos estabelecimentos de saúde em todas as esferas, ou seja, federal, estadual e municipal. (Fotografia: Divulgação/Credeq – Prof. Jamil Issy)

 

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set 30 2016

Paciente aprova tratamento do Credeq

35 dias de terapia contra 40 anos de uso continuado do álcool, paciente recebe alta e elogia o protocolo terapêutico da unidade de saúde

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Paciente do centro de Referência e Excelência em Dependência Química de Aparecida de Goiânia (Credeq – Prof. Jamil Issy) recebe alta do tratamento, elogiando o protocolo terapêutico da instituição médica e agradecendo o apoio, o carinho e a dedicação da equipe de multiprofissionais.

Narrando ter passado por nove tratamentos em cinco clínicas de desintoxicação e reabilitação em Goiânia, às quais nunca surtiram efeitos, o aposentado afirma que o protocolo humanizado do Credeq não é apenas eficaz e eficiente, como, também, garantiu a sua reabilitação.

A liberação acontece no sábado, dia 1º de outubro, exatos 35 dias depois de iniciar o tratamento contra o alcoolismo. Ele é aposentado, com 72 anos de idade, residente em Uruana e vivenciou o alcoolismo por 40 anos.

Casado há 52 anos, ele conta ter criado os três filhos e os 11 netos mergulhado na bebida, mas que está decidido a não reproduzir a fórmula com os seus sete bisnetos. “Crio um bisneto, que atualmente tem sete anos de idade, e ele está muito feliz comigo. Não tenho o direito de entristecer o coração dele, voltando para o álcool”, afirma.

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set 28 2016

Doações empolgam colaboradores do Credeq

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Os brinquedos arrecadados serão entregues, por ocasião do Dia das Crianças, aos filhos dos acolhidos pela instituição, que é referência no tratamento da dependência química

 

Os colaboradores do Centro de Referência e Excelência em Dependência Química – Prof. Jamil Issy (Credeq) estão empolgados com a campanha Faça uma criança feliz, que tem o propósito de recolher brinquedos, que serão entregues aos filhos dos pacientes que se encontram na instituição, em função do Dia das Crianças.

A campanha, deflagrada no início deste mês, foi organizada pelo setor de RH da unidade e também intenciona doar parte dos brinquedos recebidos para uma entidade que atenda crianças carentes. Essa organização ainda não foi escolhida.

A entrega dos donativos pode ser feita até o próximo dia 7 de outubro, na recepção administrativa do Credeq – Prof. Jamil Issy. No dia seguinte, sábado (8), quando acontece a visita semanal da família aos pacientes, ocorrerá a grande festa.

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set 28 2016

Credeq fala sobre suicídio à TV Assembleia

(acesse o link https://youtu.be/u-scQKSQQcQ e assista a entrevista, no programa Você Mais Saudável, que trata, de maneira ampla, sobre o suicídio)

O suicídio é uma morte anunciada e desnecessária, pois as chances de ter sido prevenida são grandes. O assunto, entretanto, tem padecido de informações, o que gera mitos, preconceitos e muitas mortes. No mundo, cerca de 800 mil, anualmente. No Brasil, em torno de 13 mil.entrevista-a-tv-alego

Aliás, é a terceira causa de morte no país. Os jovens, entre 15 e 29 anos são os mais afetados. Um quarto das mortes acontece entre os dependentes químicos e 95% dos suicidas eram portadores de algum transtorno psiquiátrico.

Respaldado neste cenário, o psiquiatra Tiago Oliveira, que é o diretor técnico do Centro de Referência e Excelência em Dependência Química – Prof. Jamil Issy (Credeq), em Aparecida de Goiânia, concedeu uma entrevista a uma equipe da TV Assembleia de Goiás, cujo o programa foi ao ar na noite de segunda-feira, 26 de setembro.

De acordo com o psiquiatra Tiago Oliveira, a campanha Setembro Amarelo, formulada pela ONU e trazida para o Brasil pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Na perspectiva da prevenção, é significativo combater os mitos que existem em relação ao suicídio.

 

Mitos Verdades
O suicídio é uma decisão individual, já que cada um tem pleno direito a exercitar o seu livre arbítrio. FALSO. Os suicidas estão vivenciando quase invariavelmente por uma doença mental que altera, de forma radical, a sua percepção da realidade e interfere em seu livre arbítrio. O tratamento eficaz da doença mental é o pilar mais importante da prevenção do suicídio. Após o tratamento da doença mental o desejo de se matar desaparece.
Quando uma pessoa pensa em se suicidar terá risco de suicídio para o resto da vida. FALSO. O risco de suicídio pode ser eficazmente tratado e, após isso, a pessoa não estará mais em risco.
As pessoas que ameaçam se matar não farão isso, querem apenas chamar a atenção. FALSO. A maioria dos suicidas fala ou dá sinais sobre suas ideias de morte. Boa parte dos suicidas expressou, em dias, ou semanas, anteriores, frequentemente aos profissionais de saúde, seu desejo de se matar.
Se uma pessoa que se sentia deprimida e pensava em suicidar-se, em um momento seguinte passa a se sentir melhor, normalmente significa que o problema já passou. FALSO. Caso alguém que pensava em suicidar- se e, de repente, parece tranquilo, aliviado, não significa que o problema tenha superado. Uma pessoa que decidiu suicidar-se pode sentir-se “melhor” ou sentir-se aliviado simplesmente por ter tomado a decisão de se matar.
Quando um indivíduo mostra sinais de melhora, ou sobrevive à uma tentativa de suicídio, está fora de perigo. FALSO. Um dos períodos mais perigosos é quando se está melhorando da crise que motivou a tentativa, ou quando a pessoa ainda está no hospital, na sequência de uma tentativa. A semana que se segue à alta do hospital é um período durante o qual a pessoa está particularmente fragilizada. Como um preditor do comportamento futuro é o comportamento passado, a pessoa suicida muitas vezes continua em alto risco.
Não devemos falar sobre suicídio, pois isso pode aumentar o risco. FALSO. Falar sobre suicídio não aumenta o risco. Muito pelo contrário, falar com alguém sobre o assunto pode aliviar a angústia e a tensão que esses pensamentos trazem.
É proibido que a mídia aborde o tema suicídio. FALSO. A mídia tem obrigação social de tratar desse importante assunto de saúde pública e abordar esse tema de forma adequada. Isto não aumenta o risco de uma pessoa se matar; ao contrário, é fundamental dar informações à população sobre o problema, onde buscar ajuda etc.

Fonte: Conselho Federal de Medicina, 2014.

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set 27 2016

Discuta sobre suicídio

[Este material é um artigo assinado pelo diretor técnico do Credeq – Prof. Jamil Issy, psiquiatra Tiago Oliveira, que foi publicado na edição do dia 27 de setembro de 2016, no jornal O Popular, em sua página 3, no primeiro caderno]

 

É importante falar sobre suicídio e desenvolver ações que permitam reduzir as taxas de óbitos, mediante a efetivação de uma rede que apoie, identifique e ofereça assistência às pessoas com comportamento suicida. O dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Aliás, setembro é utilizado para alertar sobre o suicídio.

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E como prevenção é significativo combater os mitos que existem em relação ao suicídio. Entre as fantasias está, por exemplo, que o silêncio da mídia contribui no combate ao autoextermínio. Falso. A mídia, quando aborda de modo adequado o suicídio, tem papel fundamental na prevenção a esta tragédia. Ninguém se suicida por que o assunto foi discutido. É preciso promover ações de conscientização sobre o tema, antes que a tragédia seja consumada.

O suicídio é a segunda causa de morte em jovens entre 15 a 29 anos. Mata mais do que Aids. No Brasil, são quase 12 mil suicídios anuais. Estima-se que outras seis pessoas do círculo próximo da vítima sejam afetadas permanentemente pela tragédia. Para ajudar a enfrentar essa difícil realidade, a ONU organiza, todos os anos, a campanha Setembro Amarelo, com foco na prevenção ao suicídio.

A presença de um transtorno psiquiátrico, como depressão, transtorno bipolar, alcoolismo, abuso/dependência de outras drogas, transtornos de personalidade e esquizofrenia, e a tentativa de suicídio anterior são os principais fatores de risco para a morte por suicídio. Metade dos suicídios é precedida por uma tentativa prévia. O suicídio é, também, um problema complexo, com diversos fatores biológicos, psicológicos e sociais atuando de maneira positiva (fatores de proteção) ou negativa (fatores de risco) na prevenção deste desastre. Por isso, não é correto atribuir um fato isolado, como perda do emprego ou desilusão amorosa, como a  “causa” do suicídio.

 

 

 

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